A cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom, teve seu pedido de revisão de pena negado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, nesta segunda-feira (4).
Decisão refere-se a atos de 8 de janeiro
A condenação de Débora decorre da sua participação nos eventos golpistas ocorridos em 8 de janeiro de 2023, culminando em uma pena de 14 anos de prisão. Ela pichou uma estátua em frente ao STF como parte das manifestações, o que levou à sua prisão.
Recentemente, o Congresso Nacional derrubou um veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a um projeto que poderia beneficiar criminosos condenados por esses atos. Com isso, a defesa de Débora solicitou a redução de sua pena antes da promulgação do projeto, mas o ministro Moraes considerou o pedido prematuro, uma vez que a legislação ainda não estava em vigor, sendo necessário passar pela promulgação pelo presidente ou, em caso de não cumprimento, pelo presidente do Senado.
Atualmente, a cabeleireira cumpre pena em regime domiciliar em Paulínia (SP) por ter filhos menores. Sua situação é monitorada por tornozeleira eletrônica, impondo restrições ao seu uso de redes sociais e ao contato com outros investigados. Caso descumpra qualquer das condições, poderá ser reintegrada ao sistema prisional.












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