No último fim de semana, o presidente argentino Javier Milei decidiu proibir a entrada de jornalistas credenciados na Casa Rosada, em Buenos Aires, em uma medida considerada controversa. O objetivo do governo, segundo a justificativa apresentada, seria proteger a segurança nacional após a veiculação de imagens da sede do governo feitas com tecnologias de gravação avançadas.
Decisão gera protestos e reações de entidades jornalísticas
Os profissionais de imprensa afetados emitiram uma declaração conjunta, afirmando que a restrição ao seu acesso representa um ataque direto à liberdade de imprensa e ao direito dos cidadãos à informação. A Associação de Entidades Jornalísticas Argentinas (Adepa) também externou sua preocupação em um comunicado, destacando que essa ação não tem precedentes na história recente do país.
A deputada Mónica Frade, integrante da oposição, criticou a decisão do presidente, lembrando que durante a ditadura militar, o acesso à Casa Rosada não foi restringido, enfatizando que o fechamento do comitê de imprensa do governo é um símbolo preocupante da fragilidade democrática vivida atualmente na Argentina.












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