Após a decisão da União Europeia de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal, o governo brasileiro manifestou sua surpresa e determinou ações para reverter essa medida.
Desdobramentos da decisão europeia
No dia 12 de setembro, o governo, por meio de uma nota conjunta dos Ministérios das Relações Exteriores, da Agricultura e do Desenvolvimento, informou que tomará todas as medidas possíveis para assegurar a continuidade das exportações ao bloco europeu.
O ministro responsável pela delegação brasileira já tem uma reunião agendada com autoridades sanitárias europeias para entender os motivos da exclusão. A justificativa da União Europeia está relacionada ao rigoroso controle do uso de antimicrobianos na pecuária.
Pelo comunicado, embora a decisão tenha sido anunciada, as exportações continuam sem interrupções e a medida só deverá ser implementada a partir de 3 de setembro de 2026. O governo brasileiro defende a qualidade do seu sistema sanitário, destacando seu papel como maior exportador mundial de proteínas de origem animal e seu histórico de mais de 40 anos de fornecimento de produtos ao mercado europeu.












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