A prisão do ativista brasileiro Thiago Ávila foi prorrogada pelo Tribunal de Magistrados de Ashkelon até o dia 10 de setembro. Ávila, capturado durante uma missão humanitária, enfrenta acusações sem provas concretas, segundo seus advogados.
Prisão controversa em águas internacionais
Thiago Ávila foi interceptado por forças israelenses no dia 30 de abril, enquanto participava de uma flotilha que levava suprimentos a Gaza. A embarcação navegava em águas internacionais, próximo à Grécia, quando foi abordada.
O advogado da Global Sumud Flotilla informou que a detenção do ativista e de outros membros da equipe brasileira se deu sem acusações formais e com base em provas sigilosas. Além disso, existe a alegação de que os procedimentos são ilegais, uma vez que os ativistas não são cidadãos israelenses.
A mobilização pelo ativista ganhou força, com a Frente Palestina São Paulo pedindo proteção do governo brasileiro, destacando relatos de tortura e maus-tratos a Ávila durante a detenção. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se manifestou, considerando a prisão injustificável e requerendo a libertação do ativista imediatamente.












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