Nesta quinta-feira, 13 de outubro, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, promoveu uma audiência de mediação a respeito do empréstimo de R$ 6,6 bilhões que o Banco de Brasília procura junto ao Fundo Garantidor de Crédito. O montante é fundamental para cobrir prejuízos relacionados à aquisição de carteiras de crédito fraudulentas.
Sem progresso nas negociações
A audiência não resultou em acordos, e as partes decidiram seguir com as discussões. O empréstimo precisa da aprovação do FGC, que reúne instituições financeiras nacionais, sem garantias do governo federal. O fundo deve avaliar as garantias dadas pelo GDF.
O governo do Distrito Federal informou ao STF que o acordo firmado anteriormente não foi implementado, criando um impasse devido às exigências dos bancos quanto à possibilidade de calote e a reavaliação do projeto financeiro do BRB. Durante a audiência, a governadora Celina Leão destacou que o empréstimo seria destinado ao controle do GDF sobre o BRB e não ao banco diretamente, e afirmou que o balanço financeiro do BRB será divulgado após a negociação.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, que também participou da audiência, reiterou que a União não servirá como avalista do empréstimo e enfatizou que a situação do BRB é uma questão a ser resolvida entre o governo do DF e o banco. O empréstimo é um requisito imposto pelo Banco Central após a identificação de fraudes durante a investigação da Operação Compliance Zero.












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