Na terça-feira, 14 de novembro, o dólar encendeu uma leve recuperação, fechando a R$ 5,074, o menor valor registrado desde junho. O movimento ocorreu após a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos que superaram expectativas, desencadeando reações nos mercados financeiros.
Impacto da inflação americana e outros mercados
A queda do dólar está atrelada ao índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA, que mostrou uma deflação de 0,4% em junho. Essa notícia diminuiu as perspectivas de aumento de juros pelo Federal Reserve, o que influenciou o desempenho do dólar globalmente e, consequentemente, beneficiou divisas emergentes como o real.
Além disso, a Bolsa brasileira teve um dia positivo, com o Ibovespa subindo 0,51%, alcançando 176.641 pontos. O aumento nas expectativas reduzidas para juros nos EUA é visto como promissor para o mercado brasileiro. O petróleo também teve uma alta significativa, impactado por tensões no Oriente Médio e riscos de interrupções na oferta global.
Com o barril do Brent alcançando US$ 84,73 e o WTI a US$ 79,34, o aumento nos preços é contraposto por preocupações sobre os efeitos da inflação energética na economia global. O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas, caiu 0,35%, refletindo o enfraquecimento da moeda americana.












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