Medidas urgentes de segurança foram solicitadas pelo Ministério Público Federal (MPF) em relação aos voos de helicópteros no Rio de Janeiro, após um trágico acidente que resultou na morte de quatro pessoas, incluindo três turistas colombianas, no último sábado.
Proposta de ação civil pública
A ação civil pública visa responsabilizar a União, a ANAC, o Inea e a prefeitura do Rio por falhas nos sistemas de controle e segurança dos voos comerciais de helicópteros. O incidente ocorreu no Parque Nacional da Tijuca, levantando preocupações sobre a aprovação de voos panorâmicos na área.
O MPF também anunciou a abertura de um inquérito civil para investigar a empresa responsável pela operação do helicóptero, com foco nos danos ambientais causados ao parque. Além disso, foi requisitada ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) a implementação de rotas específicas para as aeronaves, minimizando riscos para a população e a natureza.
Com base em dados investigativos, o MPF destacou que um grande número de voos panorâmicos foi realizado, transportando mais de 80 mil passageiros em um ano. O procurador que lidera a ação, Sergio Suiama, defende que, embora os passeios não devem ser banidos, é necessário encontrar um equilíbrio que proteja as áreas residenciais e a fauna do Rio de Janeiro.












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