A cantora Anitta lançou recentemente o álbum Equilibrivm II, que mescla elementos de religiões afro-brasileiras com ritmos urbanos e música popular. Durante uma edição especial do programa Sem Censura, exibida em 11 de outubro, ela compartilhou como a espiritualidade e a ancestralidade influenciaram sua carreira.
Influência da ancestralidade e desafios pessoais
Desde a infância, Anitta cultivou uma forte conexão com diferentes tradições religiosas. Filha de um pai umbandista e de uma mãe devota do candomblé, a artista revelou que as práticas de fé sempre fizeram parte de sua vida.
Em seu relato, Anitta comentou como a cobrança para se posicionar politicamente em 2018 a levou a falar sobre sua religiosidade. Enfrentando preconceitos, ela disse que a revelação sobre sua ligação com o candomblé poderia impactar sua carreira e contratos publicitários.
Ela também se lembrou da influência de Carmen Miranda, refletindo sobre as semelhanças entre as trajetórias e desafios que ambas enfrentaram na indústria da música. Anitta citou a saúde como um aspecto crítico, revelando que a rotina intensa a levou a procurar ajuda profissional.
O programa contou com a participação de diversos convidados, incluindo o babalorixá Rodney William e a diretora artística do novo álbum, Nídia Aranha, destacando a importância da conexão cultural e espiritual na obra de Anitta.












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