No último domingo, 14 de outubro, manifestantes ocuparam a Avenida Paulista, em frente ao Masp, para protestar contra a exportação de animais vivos. O evento reuniu entidades e defensores dos direitos animais, que buscam conscientizar a população sobre os danos ambientais e de saúde relacionados a essa prática.
Movimento Nacional contra a Cruzidade das Exportações
A manifestação faz parte de um movimento maior que se opõe à exportação de animais vivos, enfatizando os riscos e a crueldade enfrentados por esses animais durante o transporte. Os ativistas argumentam que os animais são submetidos a condições injustas, como confinamento prolongado e superlotação, além de estarem sujeitos a acidentes.
Patrícia Aguiar, representante do Movimento Nacional pelo Fim das Exportações de Animais Vivos, destacou a necessidade de promover alternativas éticas, como a exportação de carne congelada. Segundo ela, os animais sofrem durante todo o trajeto, enfrentando violência física e psicológica, com muitos chegando a ter fraturas nas patas devido às péssimas condições de transporte.
A superlotação e o uso de navios antigos agravam a situação, levando a uma série de problemas durante o transporte. Aguiar também lembrou que cinco projetos de lei estão atualmente em tramitação no Congresso visando proibir ou taxar a exportação de animais vivos, sendo o mais avançado o Projeto de Lei 3093/2021, que propõe o término dessa prática.












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