Greve de terceirizados do STF começa devido a atrasos salariais

Greve de terceirizados do STF começa devido a atrasos salariais

Uma greve foi aprovada por jornalistas e radialistas que atuam como terceirizados no Supremo Tribunal Federal (STF), começando na próxima segunda-feira, dia 15, em função de salários e verbas trabalhistas não pagos.

Motivações e consequências da paralisação

Mais de 80 empregados da Fundação de Artes e Comunicação (Fundac) decidiram pela greve, representando uma parcela significativa dos trabalhadores na comunicação do STF. Os atrasos frequentes no pagamento, como o referente ao mês de junho, geraram a insatisfação e a mobilização dos funcionários.

Além dos salários atrasados, os terceirizados apontam que as contribuições para o FGTS não são feitas há quase um ano. Segundo informações, até mesmo desconto de verbas de pensão alimentícia dos salários não estava sendo repassado corretamente. A situação pode afetar a cobertura jornalística do STF.

A Fundac, responsável pelos serviços de comunicação do tribunal, já enfrentou problemas semelhantes no passado, o que levou o Supremo a impedi-la de participar de um novo edital. Uma nova empresa será contratada, gerando apreensão entre os funcionários quanto ao pagamento de suas verbas rescisórias. O STF, por sua vez, declarou que os atrasos não são de sua responsabilidade, mas sim da Fundac, que passará por uma administração judicial após relatar irregularidades.

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