A advogada Deolane Bezerra e o líder do PCC, Marcola, foram denunciados pelo Ministério Público de São Paulo por envolvimento em uma organização criminosa que lavava dinheiro para a facção. A acusação foi formalizada na última terça-feira, 9 de outubro.
Acusações e estrutura criminosa
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) aponta que, entre 2018 e 2025, a organização utilizava uma empresa de transportes para dissimular recursos ilícitos obtidos pelo PCC. Ciro Cesar Lemos, já condenado por organização criminosa, seria o responsável pela operação.
Além de Deolane e Marcola, outros membros da rede incluíam Everton de Sousa e os filhos de Alejandro, Leonardo e Paloma, que estão foragidos. A investigação revelou que Deolane recebia depósitos fracionados da transportadora em contas pessoais, planejando transferir empresas para fora do país com intuito de lavar valores da facção.
A defesa de Deolane negou as acusações e afirmou que a influenciadora não faz parte da organização criminosa. Já a defesa de Marcola ressaltou que, devido ao seu encarceramento em segurança máxima, sua participação no esquema seria inviável. A situação de Leonardo e Paloma também foi mencionada, onde ambos refutam as imputações, embora tenham reconhecido os vínculos financeiros citados na denúncia.












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