No dia 8 de setembro de 2024, o dólar comercial estabeleceu um novo marco ao fechar abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez em 28 meses, impulsionado por otimismo no mercado financeiro.
Mercados reagem a dados dos EUA e tensões no Oriente Médio
A queda na cotação do dólar, que foi vendida a R$ 4,894 com uma desvalorização de 0,60%, reflete uma resposta positiva a dados recentes do emprego nos Estados Unidos, que mostraram criação de vagas além do esperado. Isso contribuiu para a diminuição das preocupações com a inflação e uma possível desaceleração econômica.
Além disso, os investidores mostraram maior confiança com os avanços nas negociações de cessar-fogo no Oriente Médio, especificamente após declarações do presidente dos EUA. Neste cenário, a bolsa brasileira também viu um aumento de 0,49%, com apoio de ações no setor bancário e de mineração, embora tenha registrado uma queda acumulada de 1,71% na semana.
Outros fatores que influenciaram a movimentação nos mercados incluem a alta dos preços do petróleo, que, mesmo com tensões na região do Estreito de Ormuz, viu suas cotações subirem. O barril do Brent alcançou US$ 101,29, refletindo uma busca por estabilização após perdas significativas durante a semana. As tensões no transporte de petróleo e as declarações sobre o programa nuclear do Irã também continuam a ser acompanhadas de perto pelos mercados financeiros.












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