A Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho) manifestou preocupação sobre a espera pela aprovação da China para novos lançamentos de milho transgênico no Brasil. O diretor-executivo da entidade, Glauber Silveira, enfatizou que essa demora pode gerar perdas bilionárias para os produtores brasileiros.
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Durante um evento, Silveira destacou que empresas como Bayer e Corteva possuem variedades de milho mais produtivas em espera, mas dependem da aprovação chinesa, que já não faz do Brasil um importador prioritário como antes. Ele apontou que apenas 220 mil toneladas de milho foram importadas pela China nos primeiros seis meses de 2023, em contraste com 7,9 milhões de toneladas exportadas pelo Brasil.
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Para o diretor, embora a soja exija atenção à aprovação chinesa devido à sua importância nas exportações nacionais, no caso do milho, as multinacionais devem lançar as novas variedades no mercado e informar a China, minimizando assim as perdas em produtividade que os produtores vêm enfrentando.












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