Na última quinta-feira (6), a Polícia Federal (PF) finalizou um segundo inquérito envolvendo um esquema de desvio de aposentadorias e indiciou seis pessoas, incluindo Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS, que esteve à frente do órgão durante a gestão do presidente Lula.
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Esse novo inquérito é parte das investigações da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema que teria desviado até R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas do INSS. Segundo a PF, Stefanutto seria responsável por receber propinas mensais de até R$ 250 mil.
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No primeiro inquérito, já existiam 48 indiciados, e os episódios relatados mostram um vasto esquema de organização criminosa. Os detalhes levantados pela PF apontam que Stefanutto e outros envolvidos utilizavam empresas de fachada para canalizar os pagamentos ilícitos.
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Investigações em Andamento
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As acusações indicam que o ex-presidente do INSS tinha um papel central na fraude, com trocas de mensagens que evidenciam a coordenação de atividades criminosas. O documento da PF revela que ele estava em contato constante com outros membros do esquema.
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A defesa de Stefanutto, representada pelo advogado Fabrício Reis Costa, afirmou que não teve acesso à íntegra do inquérito, mas garante que seu cliente não cometeu qualquer ato ilícito e espera que a análise dos autos comprove a sua inocência.












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