Em julho verde, mês de conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço, especialistas destacam que as complicações decorrentes do tratamento podem ser minimizadas com a radiologia intervencionista. No Brasil, esse tipo de câncer é um dos mais frequentes, e seus efeitos colaterais, como hemorragias e infecções, representam desafios que podem comprometer a eficácia do tratamento.
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Uma abordagem menos invasiva é possível por meio de exames de imagem, que vão desde a realização de biópsias até o tratamento de hemorragias e drenagem de infecções. Isso é especialmente relevante para os alagoanos, que, ao buscarem tratamento, têm acesso a novas metodologias que priorizam a segurança e a eficácia do processo.
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Dr. Guilherme Martins, radiologista intervencionista, ressalta que “a radiologia intervencionista integra o tratamento do câncer e pode atuar em praticamente todas as etapas da jornada do paciente”. Essa técnica, apesar de ainda pouco conhecida, é fundamental para o diagnóstico e tratamento de lesões, oferecendo alternativas mais seguras para os que enfrentam essa doença em Alagoas.












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