A Comissão Europeia está se preparando para apresentar uma proposta que pode restringir o acesso de crianças às redes sociais. Segundo a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, é crucial que nossas crianças tenham tempo no mundo real, longe das telas. Ela destacou que a questão não é apenas se as crianças podem acessar as redes, mas sim quando essas plataformas têm permissão para interagir com elas.
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A expectativa é que, até setembro, novas regras sejam formalizadas, após a pressão crescente de países como a Austrália, que já decidiu proibir menores de 16 anos de acessar plataformas digitais em 2025. As iniciativas em várias nações europeias têm forçado a União a desenvolver uma abordagem regulatória unificada, focada na segurança digital.
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Embora uma proibição total seja improvável, há uma clara tendência em direção a uma regulamentação que vise limitar recursos considerados prejudiciais, como rolagem infinita e feeds personalizadas. Essa estratégia está sendo incentivada pela opinião pública, que se mostrou favorável à criação de ambientes digitais mais seguros para as crianças, com 75% dos adultos apoiando restrições até que as empresas comprovem a segurança dessas plataformas.












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