No último sábado, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se manifestou em defesa do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, após uma decisão judicial que bloqueou R$ 119 milhões em bens do dirigente.
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Eduardo não poupou críticas ao ministro do STF, Flávio Dino, que autorizou a medida, chamando-o de “comunista totalitário”. O deputado argumentou que a prática de destinar emendas parlamentares deve ser vista como uma atividade normal dos parlamentares, e não como um crime, segundo sua interpretação da legislação.
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A decisão de Dino gerou repercussão também entre outros membros da família Bolsonaro, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que lamentou a atuação da Polícia Federal neste caso. A situação levanta questões sobre a política local e os impactos das ações judiciais nas disputas entre partidos.












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