Chegou aos cinemas de Alagoas, nesta quinta-feira, 9, o novo capítulo da saga A Morte do Demônio: Em Chamas. Apesar da expectativa, o filme não conseguiu capturar a irreverência e o charme que marcaram as produções anteriores da franquia, que brilhou sob a direção de Sam Raimi.
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Agora sob a batuta do francês Sébastien Vaniček, a história se concentra em Alice, vivida por Souheila Yacoub, que precisa lidar com a morte do marido em um acidente orquestrado por forças sobrenaturais. Esse enredo poderia ter rendido boas reflexões sobre violência doméstica, mas a falta de profundidade da protagonista e a insistência em cenas gore vazias acabam tornando a experiência cansativa.
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O filme, embora tenha seu alívio cômico, principalmente através da avó da família, não consegue reproduzir a identidade da franquia. O exagero na violência gráfica soa mais como um recurso do que uma narrativa atraente. Para os amantes de terror em Alagoas, a expectativa pode ter sido alta, mas a frustração pode ser um sentimento mais comum após ver Em Chamas.












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