A Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou, em um comunicado recente, que a instituição não espera um aumento na carga tributária com a introdução do Imposto Seletivo, previsto na Reforma Tributária que entra em vigor em 2027. O presidente da CNI, Ricardo Alban, destacou que a prioridade é garantir previsibilidade para os investimentos no setor industrial.
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A proposta do novo tributo deve funcionar como um substituto ao adicional do IPI sobre determinados produtos, com a expectativa de que não haja elevação nas alíquotas que impactem a atividade econômica. Isso deve facilitar o planejamento de logística e investimentos das indústrias em Alagoas e no Brasil.
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Além do Imposto Seletivo, a CNI espera que a reforma contribua para a competitividade do setor, promovendo a redução da cumulatividade de créditos tributários e, assim, trazendo mais empresas para a formalidade. A expectativa é que, em um futuro próximo, a alíquota do IVA diminua, beneficiando especialmente as indústrias do estado e suas operações locais.
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Implicações das Tarifas Norte-Americanas
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Outra questão que a CNI enfrenta envolve barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos, que poderiam impactar em US$ 14,9 bilhões as exportações brasileiras. A entidade considera as novas tarifas de 37,5% como um exagero e está em negociações para minimizar esses impactos, uma vez que muitos produtos essenciais ao mercado americano provêm do Brasil, incluindo indústrias que atuam em Maceió e Arapiraca.












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