Uma nova tecnologia de propulsão dois em um, que está prestes a ser testada no espaço, pode revolucionar a operação de pequenos satélites, especialmente no que diz respeito à eficiência do consumo de combustível. Apresentada em um estudo do Massachusetts Institute of Technology (MIT), a proposta se baseia em um único propelente que é capaz de alimentar tanto propulsores químicos quanto elétricos.
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Amelia Bruno, ex-estudante de pós-doutorado do MIT que liderou a pesquisa, destacou que essa inovação “abre a porta para pequenos satélites fazerem ainda mais ciência” e realizarem missões mais complexas, tudo de maneira mais econômica e em uma plataforma menor. A tecnologia é especialmente relevante para o Brasil, que possui um crescente mercado de satélites e busca maior autonomia em projetos espaciais.
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A missão do cubesat Green Propulsion Dual Mode, da NASA, programada para novembro, irá testar essa nova abordagem. A pesquisa foi inspirada em estudos anteriores da Força Aérea dos EUA e pode propiciar missões mais baratas e seguras no futuro, reduzindo a dependência de combustíveis tóxicos como a hidrazina, amplamente usada na indústria.












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