Na noite de terça-feira (11), o ativista Thiago Ávila desembarcou no Aeroporto de Guarulhos depois de ser libertado de uma prisão em Israel, fato que gerou condenação do governo brasileiro.
Ativista é liberado após detenção em missão humanitária
Ávila, que havia sido um dos sete brasileiros a participar da Global Sumud Flotilla, voltava ao país sem bagagens, após ser retido pela Polícia Federal. Sua chegada estava programada para às 16h, mas ele foi interrogado por agentes da PF, enquanto outros membros da flotilha, como Mandi Coelho, não passaram pelo mesmo processo.
A prisão de Thiago em Israel não foi um caso isolado, pois ele já havia sido detido anteriormente. Durante sua detenção, o ativista relatou ter enfrentado torturas e condições desumanas, sendo agredido fisicamente e mantido em isolamento. Segundo ele, 50 embarcações estão previstas para partir da Turquia em apoio ao povo palestino em breve.
A ONU já denunciou os altos níveis de violência e o sofrimento causado pela situação em Gaza, apontando a falta de acesso a serviços básicos como moradia e saúde. O ativista ressaltou a hipocrisia da comunidade internacional ao permitir a liberdade das embarcações que transportam materiais bélicos, enquanto ações humanitárias enfrentam restrições severas. Thiago Ávila conclamou a responsabilização dos líderes políticos por suas ações, nomeando Benjamin Netanyahu e Donald Trump como figuras criminosas em contextos de guerra e opressão.












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