Nesta segunda-feira (11), o mercado financeiro brasileiro testemunhou uma queda significativa na bolsa, enquanto o dólar teve um fechamento quase estável. O clima de cautela predominou entre os investidores, refletindo as crescentes tensões geopolíticas entre os Estados Unidos e o Irã.
Movimentação do mercado e pressões externas
O índice Ibovespa, principal indicador da B3, recuou 1,19%, encerrando o dia em 181.908 pontos, o que representa o menor nível desde março. Essa queda é atribuída, em parte, ao aumento nos preços do petróleo, que suscita preocupações sobre a inflação e a taxa de juros, impactando ações sensíveis a taxas.
Apesar do dólar à vista ter fechado em R$ 4,891, com uma leve diminuição de 0,10%, o cenário internacional impactou o câmbio. A moeda norte-americana se manteve fortemente cotada frente a outras divisas emergentes. O Boletim Focus indicou uma ligeira redução na projeção do valor do dólar até o fim do ano, passando de R$ 5,25 para R$ 5,20.
A alta do petróleo, que subiu 2,88% para US$ 104,21 o barril do Brent, destacou a pressão inflacionária global. As declarações do presidente Donald Trump, que chamou a proposta do Irã de “totalmente inaceitável”, intensificaram as preocupações com o cenário econômico mundial, enquanto as incertezas sobre a política monetária nos EUA mantêm os investidores em estado de alerta.












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