{"id":4390,"date":"2026-07-16T22:51:49","date_gmt":"2026-07-16T22:51:49","guid":{"rendered":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/?p=4390"},"modified":"2026-07-16T22:51:50","modified_gmt":"2026-07-16T22:51:50","slug":"mercado-de-trabalho-alagoas-consolida-avanco-no-emprego-jovem-e-atinge-segunda-menor-informalidade-do-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/blog\/2026\/07\/16\/mercado-de-trabalho-alagoas-consolida-avanco-no-emprego-jovem-e-atinge-segunda-menor-informalidade-do-nordeste\/","title":{"rendered":"MERCADO DE TRABALHO &#8211; Alagoas consolida avan\u00e7o no emprego jovem e atinge segunda menor informalidade do Nordeste"},"content":{"rendered":"\n<h5 class=\"wp-block-heading\">Dados da Secretaria Nacional da Juventude apontam recuo no trabalho sem carteira assinada e mostram que a nova gera\u00e7\u00e3o abocanhou a quase totalidade das vagas formais abertas no estado<\/h5>\n\n\n\n<p>Alagoas registrou um avan\u00e7o expressivo na estrutura\u00e7\u00e3o de seu mercado de trabalho voltado \u00e0s novas gera\u00e7\u00f5es. De acordo com um recente diagn\u00f3stico da Secretaria Nacional da Juventude, o territ\u00f3rio alagoano consolidou a segunda menor taxa de informalidade na faixa et\u00e1ria de 15 a 29 anos em toda a Regi\u00e3o Nordeste ao longo do ano de 2025. A pesquisa indica que 59,1% dos profissionais situados nessa faixa et\u00e1ria exerciam atividades sem registro formal.<div>Esse \u00edndice coloca a unidade federativa em posi\u00e7\u00e3o de destaque regional, posicionando-se logo atr\u00e1s do Rio Grande do Norte, que det\u00e9m o menor patamar de trabalhadores desprovidos de direitos trabalhistas na \u00e1rea (53,4%). No extremo oposto da lista, o Maranh\u00e3o apresenta o quadro mais agudo, registrando 71,2% de informalidade juvenil. Os demais estados vizinhos seguem com taxas superiores \u00e0 alagoana: Piau\u00ed desponta com 66,7%, a Bahia concentra 64,4%, a Para\u00edba exibe 62,9% e Sergipe registra 62,4%.O resultado reflete uma trajet\u00f3ria de decl\u00ednio progressivo do trabalho informal no territ\u00f3rio. No intervalo de cinco anos, compreendido entre 2021 e o t\u00e9rmino do \u00faltimo ano, a fatia de jovens na informalidade recuou 4,9 pontos percentuais, tendo em vista que o \u00edndice de pessoas sem amparo legal era de 64% no in\u00edcio do per\u00edodo analisado. A conceitua\u00e7\u00e3o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) associa essa condi\u00e7\u00e3o aos indiv\u00edduos desprovidos de assinatura na carteira profissional ou \u00e0queles vinculados a empreendimentos sem cadastro jur\u00eddico.Em contrapartida, a inser\u00e7\u00e3o no regime celetista expandiu-se na mesma propor\u00e7\u00e3o. Alagoas desponta como a segunda maior for\u00e7a nordestina em empregabilidade com carteira assinada para a juventude, atingindo a marca de 40,8%. A lideran\u00e7a deste indicador tamb\u00e9m permanece com o territ\u00f3rio potiguar, cuja taxa atinge 46,5%. Pernambuco assegura a terceira coloca\u00e7\u00e3o com 40,2%, seguido de perto pelo Cear\u00e1 com 39,9%. Os postos seguintes s\u00e3o ocupados por Sergipe (37,5%), Para\u00edba (37%), Bahia (35,5%), Piau\u00ed (33,2%) e, por fim, o Maranh\u00e3o, que exibe 28,7%.No recorte interno de g\u00eanero das vagas formais locais, h\u00e1 uma distribui\u00e7\u00e3o equilibrada: o p\u00fablico feminino ocupa 40,5% dos postos de trabalho protegidos, enquanto os homens representam 40% dessa mesma categoria. Esse incremento tamb\u00e9m reflete uma evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica id\u00eantica ao recuo da informalidade, visto que a ocupa\u00e7\u00e3o formal saltou dos 35,9% verificados em 2021 para o percentual atual de 40,8%.O motor desse dinamismo \u00e9 detalhado por outra base de dados oficial. Conforme dados extra\u00eddos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, o estado gerou 17.453 novas vagas com carteira assinada ao longo de 2025. Desse montante, impressionantes 16.240 admiss\u00f5es correspondem a indiv\u00edduos de 17 a 29 anos, o que equivale a 93% das oportunidades totais absorvidas por este grupo social.No detalhamento demogr\u00e1fico dessas contrata\u00e7\u00f5es de jovens, os homens preencheram 9,4 mil vagas, enquanto as mulheres asseguraram 6,8 mil contrata\u00e7\u00f5es. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 escolaridade dos admitidos, o ensino m\u00e9dio completo sobressaiu de forma absoluta, concentrando 12.980 postos. Na sequ\u00eancia, aparecem os profissionais com diploma de n\u00edvel superior completo, que somaram 1.094 contrata\u00e7\u00f5es. Os jovens com ensino m\u00e9dio incompleto preencheram 1,2 mil vagas, e os estudantes universit\u00e1rios em curso responderam por 619 admiss\u00f5es.<\/div><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados da Secretaria Nacional da Juventude apontam recuo no trabalho sem carteira assinada e mostram que a nova gera\u00e7\u00e3o abocanhou a quase totalidade das vagas formais abertas no estado Alagoas registrou um avan\u00e7o expressivo na estrutura\u00e7\u00e3o de seu mercado de trabalho voltado \u00e0s novas gera\u00e7\u00f5es. De acordo com um recente diagn\u00f3stico da Secretaria Nacional da [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":4399,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[11,1],"tags":[],"class_list":["post-4390","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alagoas","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4390","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4390"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4390\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4400,"href":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4390\/revisions\/4400"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4399"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4390"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4390"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnnbra.com.br\/al\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4390"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}