Nesta semana, completarão três anos desde a homologação da delação de Mauro Cid, ex-ajudante de Jair Bolsonaro, pelo ministro Alexandre de Moraes no STF. Este acordo, que resultou em prisões impactantes, incluindo a do ex-presidente, destaca-se como o último de grande porte administrado pela Polícia Federal em atividades de investigação.
\n
Desde então, houve um hiato significativo na celebração de novas delações premiadas. Em 2024, ainda que outra delação relacionada ao caso Marielle tenha sido homologada, não se comparou à relevância do acordo de Cid, que expôs uma trama golpista de figuras proeminentes no cenário político brasileiro.
\n
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enfrenta desafios em avançar com novas propostas. Apesar de haver várias delações em espera, a resistência dos investigadores em aceitar provas gravíssimas tem atrasado esse processo. O caso de Daniel Vorcaro, do Banco Master, é emblemático nesse contexto, pois suas tentativas de delação encontraram impedimentos nas negociações.












Deixe um comentário