Na última sexta-feira (7), o Instituto Defesa Coletiva entrou com uma ação civil pública para suspender o Discord no Brasil. A iniciativa vem após a tragédia envolvendo uma adolescente de 13 anos, que tirou a própria vida durante uma transmissão ao vivo na plataforma, em um caso que chocou o país e levantou questões sobre a segurança digital.
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A organização requer que a plataforma apresente medidas eficazes de segurança, além de uma indenização de pelo menos R$ 300 milhões, destacando a necessidade de um canal específico em português para o tratamento de denúncias graves e um protocolo de resposta em situações de emergência.
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O Discord, por sua vez, já afirmou estar colaborando com as autoridades e que realiza monitoramento ativo para combater a violência em sua plataforma, mas a eficácia dessa atuação ainda será avaliada pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).












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