A Comissão Europeia está preparando uma proposta que pode mudar o acesso de crianças às redes sociais em todos os 27 países membros. O objetivo é estabelecer uma idade mínima, com um acesso “progressivo e gradual” de acordo com a faixa etária. A informação foi divulgada pela presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, e se baseia em recomendações de especialistas em proteção infantil.
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Os especialistas recomendam que crianças menores de 3 anos não sejam expostas a telas. Para aquelas de 3 a 12 anos, o uso deve ser supervisionado por adultos, enquanto adolescentes entre 13 e 18 anos terão acesso mais autônomo. Além disso, as plataformas digitais devem implementar mecanismos eficazes de segurança.
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O projeto busca uniformizar as regras entre os países do bloco, evitando a fragmentação das regulamentações. Essa questão é particularmente relevante no Brasil e em Alagoas, onde também se discutem temas relacionados ao uso seguro da internet pelas crianças. Com o aumento da preocupação sobre segurança online, medidas locais podem ser inspiradas por essas diretrizes europeias.












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