A exclusão de pessoas LGBTI+ do mercado de trabalho gera um custo muito alto para o Brasil, estimado em R$ 94,4 bilhões por ano. Segundo um estudo recente do Banco Mundial, essa quantia representa 0,8% do PIB nacional e evidencia como a discriminação no ambiente profissional impacta diretamente o emprego, a renda e a produtividade.
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No contexto alagoano, essa realidade se torna ainda mais preocupante, pois em um estado que enfrenta desafios econômicos, a perda gerada pela exclusão pode ser vista como um obstáculo ao crescimento e à geração de empregos. O professor Ricardo Calcini, especialista em Direito do Trabalho, alerta que essa exclusão não é apenas uma questão social, mas uma questão econômica que impacta negativamente a competitividade das empresas.
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Com uma taxa de desemprego de 15,2% entre adultos LGBTI+, quase o dobro da média nacional, Alagoas também precisa enfrentar a inatividade e a informalidade que afetam esse grupo. É essencial que as empresas locais adotem políticas efetivas de inclusão e diversidade, uma vez que isso pode não apenas melhorar a vida de muitas pessoas, mas também contribuir para a economia do estado.












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