O uso da inteligência artificial, como o ChatGPT, para buscar apoio emocional tem crescido bastante. Uma pesquisa da Sentio University indica que quase 50% dos usuários de IA que enfrentam problemas de saúde mental recorrem a essas plataformas. A facilidade de acesso e a gratuidade são fatores que atraem muitos, especialmente em momentos de ansiedade e depressão.
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No entanto, especialistas alertam que essas ferramentas não devem substituir o acompanhamento psicológico. O psicólogo Jimmy Pessoa destaca que a IA é programada para gerar respostas que vão ao encontro da expectativa do usuário, mas carece da profundidade e da análise crítica que só um profissional da saúde pode oferecer.
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Dora Kaufman, professora da PUC-SP, concorda e afirma que a lógica dos chatbots é diferente da interação terapêutica. Em situações de sofrimento intenso, como crises de suicídio, a IA mostrou limitações sérias, como em casos registrados nos Estados Unidos que levantaram questões sobre segurança e privacidade.
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Preocupações com privacidade e dados
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Além do cuidado em relação à saúde mental, especialistas em direito digital alertam sobre os riscos associados ao compartilhamento de informações sensíveis com essas plataformas. Os usuários devem ser cautelosos ao fornecer dados pessoais, evitando revelar informações que possam comprometer sua privacidade. O psicólogo Jimmy Pessoa reforça a importância de cultivar relações humanas e de buscar apoio profissional ao invés de depender apenas das IAs.












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