A startup chinesa DeepSeek, que ganhou notoriedade no mercado de IA, está investindo no desenvolvimento de um chip próprio para diminuir sua dependência de fabricantes como Nvidia e Huawei. A medida surge em resposta às restrições de exportação de tecnologia impostas pelos Estados Unidos.
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Focado na fase de inferência — onde a IA já treinada gera respostas a partir de solicitações dos usuários —, o novo processador é uma tentativa de tornar a empresa menos vulnerável a sanções internacionais. Com o projeto em andamento, a DeepSeek busca também parcerias com fabricantes de memória para viabilizar a produção em larga escala do seu chip.
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Além de contornar embargos, o uso do silício proprietário permitirá criar uma arquitetura personalizada para os algoritmos da empresa, resultando em componentes mais baratos e com menor consumo energético. Em meio a essa tendência, a DeepSeek pretende captar US$ 7 bilhões em financiamento, potencialmente elevando seu valor de mercado para até US$ 59 bilhões.












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