Com o recesso parlamentar se aproximando, a Câmara dos Deputados já apresenta uma produtividade reduzida, intensificada pelas festas juninas e pela Copa do Mundo. O ritmo dos trabalhos deve cair ainda mais nos próximos meses, especialmente até o primeiro turno das eleições, marcado para outubro.
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Entre janeiro e junho, os deputados gastaram mais de 448 milhões de reais apenas com a verba de gabinete, e essa despesa continuará enquanto as atividades presenciais diminuem. As sessões em agosto serão limitadas, com apenas nove dias de trabalho programados para esse período.
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A análise de matérias prioritárias, como a lei de diretrizes orçamentárias, está suspensa, e a expectativa é de que a Câmara não consiga avançar em temas cruciais antes do pleito.












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