Na última quinta-feira (6), especialistas em direitos humanos da ONU manifestaram preocupação com as ações recentes dos Estados Unidos em relação a Cuba, solicitando intervenções da comunidade internacional para impedir uma “Gaza silenciosa” na ilha.
Condenação das sanções e do embargo
Os especialistas afirmaram que o uso de alimentos como ferramenta de pressão política é inaceitável. De acordo com eles, tais medidas que privam a população de recursos essenciais comprometem o direito à vida e a dignidade humana.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, também criticou o embargo petrolífero e as sanções americanas, classificando-as como “genocídio político”. Ele fez um apelo para o fim dessas restrições e agradeceu aos grupos internacionais que enviaram ajuda humanitária para Cuba.
A grave crise econômica que afeta a ilha resultou no fechamento de várias empresas internacionais e provocou repetidos blackout. Falta de combustível não apenas atingiu a rede elétrica, mas também paralisou o transporte público e encurtou o ano letivo. O governo dos EUA atribui a crise à má gestão cubana e à escassez de investimentos.












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