A situação no Golfo Pérsico se agrava com as recentes ameaças do Irã de fechar o Estreito de Ormuz, colocando em risco um acordo feito com os Estados Unidos.
Acordo ameaçado pela escalada de tensões
Após um memorando de entendimento assinado em 17 de junho, no qual ambos os países se comprometiam a evitar operações militares, o Irã sinalizou um retorno à hostilidade. Este movimento foi identificado como uma reação aos ataques norte-americanos em bases iranianas.
Na quarta-feira (8), antes de uma cúpula da Otan na Turquia, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que o acordo com o Irã estava encerrado, evitando a negociação. Em contrapartida, o parlamento iraniano, através de seu presidente Mohammad Baqer Qalibaf, acusou Washington de violar o cessar-fogo, aumentando as tensões. Recentemente, o Irã também informou que retaliou com ataques a alvos americanos no Bahrein e no Kuwait, utilizando mísseis e drones.
A Guarda Revolucionária do Irã anunciou que os ataques atingiram alvos na região do Porto Salman, na Quinta Frota dos EUA, e na Base Aérea de Ali Al Salem. Este cenário instável levanta preocupações sobre o futuro da diplomacia na região.












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