O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca neste domingo (13) para a França, onde será convidado na Cúpula do G7, um evento que reúne as maiores economias industrializadas do mundo.
Interações e desafios comerciais
É a décima vez que Lula participa do G7, que conta com Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, França, Itália, Alemanha e Japão como membros plenos, além da presença da União Europeia.
A expectativa gira em torno de possíveis interações com o presidente dos EUA, Donald Trump, especialmente após recentes tensões comerciais, como a proposta de taxação de 25% sobre importações brasileiras, apontada pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA. Isso ocorre em meio a uma investigação sobre práticas desleais de comércio do Brasil.
Além disso, a viagem também coincide com a decisão da União Europeia de proibir a importação de carne brasileira, efetiva a partir de setembro, o que gera preocupação nas relações comerciais bilaterais. O Itamaraty não confirmou um encontro entre Lula e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, mas ressaltou a necessidade de discussão sobre essas questões.
No entanto, já está agendada uma reunião entre Lula e a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, onde se espera abordar a possibilidade de acordos entre o Japão e o Mercosul. Lula participará de três eventos durante a cúpula, incluindo discussões sobre desenvolvimento econômico e reforma da governança global.












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