Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em suas redes sociais a execução de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, líder da facção El Tren de Aragua. A operação foi conduzida pelo comando sul das forças armadas americanas na Flórida.
Operação e reações ao ato militar
A ação foi realizada no sudeste do estado de Bolívar, na Venezuela, a cerca de 715 quilômetros de Pacaraima, no Brasil. Trump classificou a execução como um ataque rápido e letal, realizado em colaboração com aliados na Venezuela, e chamou o El Tren de Aragua de organização terrorista.
Em contrapartida, o governo venezuelano repudiou a ação e se referiu ao grupo como uma organização criminosa, prometendo proteger a paz e a segurança da população. Trump também ressaltou que, sob sua administração, os líderes do narcotráfico não teriam mais segurança na Venezuela ou em qualquer outro lugar.
O comando sul das forças armadas dos EUA, responsável por operações na América Latina e Caribe, foi o executor da missão. Esta operação segue uma recente determinação do Departamento de Estado dos EUA de classificar facções, como PCC e Comando Vermelho, como organizações terroristas.












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