Uma significativa redução no desmatamento da Amazônia Legal foi anunciada, com queda de 61,4% em maio de 2026 em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Esse resultado, equivalente a 370 quilômetros quadrados desmatados, marca o menor índice registrado para o mês.
Dados positivos e investimentos em conservação
Os dados foram divulgados durante uma visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Observatório Regional Amazônico, em Brasília. O Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), gerido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), tem sido essencial para o monitoramento e controle das atividades de desmatamento, sendo utilizado por órgãos como o Ibama e o ICMBio.
Com a chegada da estação seca, normalmente associada ao aumento do desmatamento, o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, destacou que esta diminuição é um marco importante. Em 2026, a queda acumulada desde agosto de 2025 é de 37,5%, totalizando 2.189 quilômetros quadrados, o menor número já registrado.
Os alertas de desmatamento também mostraram que 37,1% ocorreram em áreas regularizadas, e a legislação do Código Florestal permite desmatamento até 20% da área em propriedades privadas. No Cerrado, a tendência de queda foi de 12,2% em relação ao ano passado, reforçando a perspectiva de avanço na preservação ambiental. Ademais, os Estados Unidos indicaram a possibilidade de tarifas sobre produtos brasileiros, citando desmatamentos ilegais como justificativa, mas o governo brasileiro defende suas ações e os resultados positivos obtidos.












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