Decisão unânime do CNJ marca o início de um processo administrativo disciplinar contra Magid Nauef Láuar, desembargador do TJMG, nesta terça-feira (9). O procedimento se deve à sua controversa absolvição em um caso de estupro de vulnerável envolvendo uma menina de 12 anos.
Investigação mais ampla revela novos casos
Magid Láuar está afastado de suas funções desde fevereiro, após a repercussão negativa de sua decisão. O CNJ iniciou investigações que se expandiram para crimes sexuais supostamente cometidos durante sua carreira como juiz em Ouro Preto e Betim.
O corregedor-nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, informou que pelo menos sete vítimas foram ouvidas e deram relatos de comportamentos inadequados, incluindo investidas contra estagiárias e funcionárias. A investigação foi complementada por ações da Polícia Federal.
O advogado do desembargador afirmou que os relatos são antigos e pediu reconhecimento da prescrição dos casos, sugerindo que os depoimentos poderiam ser falsos. Com a abertura do PAD, o desembargador terá a chance de se defender novamente.












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